Será que é desta? Apetece-me pensar que sim. E, por isso, penso.
E como penso, rápido, existo ainda mais depressa. Vou abrandar e olhar para o que passar, para passar sem olhar para o que parecer menos interessar.
Enfim... Coisas!
Agito
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
TVI, Manuela e Guerras
Um bom Ano para todos.
Assim seco mas cheio de esperança! Não se deixem enganar por tão poucas palavras, fervo por dentro de bons sentimentos para o Futuro. Estão só a demorar a sair...
O que aqui me faz vir hoje é apenas uma reclamação e uma tentativa de angariar uma boa quantidade de assinaturas (qualquer coisa entre 100.000 e 1.000.000 seria ideal) contra o telejornal da TVI. Bom... vou reduzir um pouco a coisa: apesar de qualquer telejornal da TVI roçar a indecência, o mau gosto e a péssima qualidade jornalística, o pior de todos é o de Sexta-Feira. Aliás, as personagens que participam neste evento televisivo comparável a qualquer folhetim propagandista de baixa categoria, são do pior. Ou se não são do pior, estão transformados nisso. Como é possível que se faça tanta propaganda política num espaço que se quer de "informação" e isento? Não aguento mais ouvir os sons que saem daquela boca e infectam (infectam mesmo! Com agentes infecciosos) as ondas sonoras.
"E porque não muda o caro Gervásio de canal?" perguntarão os mais atentos... bom, o facto é que o faço mas a cada sexta-feira que estou à frente da televisão dão-se dois acontecimentos, no mínimo estranhos:
1 - Por muito que queira não consigo deixar de ver aquilo nem que seja por trinta segundos. Deve ser o meu mecanismo de verificação de certezas!
2 - Mesmo que não veja, basta-me saber que existe tal coisa para que me sinta desconfrotável em relação ao estado das coisas nesse canal da televisão portuguesa que, infelizmente, é visto por tantos espectadores.
Calem a senhora e todos poderemos ser mais felizes.
O segundo assunto é uma guerra que, a juntar a todos os males de uma guerra, tem um factor de desproporcionalidade que me assusta. Ainda mais me assusta que exista quem defenda esta guerra. Não me alongo mais neste assunto. Depois não venham dizer que há por aí homens bomba! Quem é que nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
Fiquem bem e toca a trabalhar para ver se saímos destas crises!
Gervásio Piteiras
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Novo Ano
E pronto. Já cá está um novo ano.
E parece agitado! Crise, eleições, novidades e velharias.
Mas sejamos positivos. O que é preciso é trabalhar, pensar, inventar, amar, curtir e tudo o mais que queiramos.
O ano passado deixou-nos com alguma tristeza. Pode ser que este seja melhor. Pode ser que a "chama da esperança" não se apague no gelo da saudade. Em frente Portugal.
Já agora... quando é que vem o Verão?
Um Bom Ano para todos os que passarem os olhos por estas linhas.
Agito
E parece agitado! Crise, eleições, novidades e velharias.
Mas sejamos positivos. O que é preciso é trabalhar, pensar, inventar, amar, curtir e tudo o mais que queiramos.
O ano passado deixou-nos com alguma tristeza. Pode ser que este seja melhor. Pode ser que a "chama da esperança" não se apague no gelo da saudade. Em frente Portugal.
Já agora... quando é que vem o Verão?
Um Bom Ano para todos os que passarem os olhos por estas linhas.
Agito
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Celebrar as coisas boas!
Em conversa com uma amiga que atravessa uma fase difícil, vi-me no papel de lhe sugerir uma série de coisas que poderiam ajudar melhorar a sua perspectiva das coisas.
Entre elas esteve a importância de celebrar aquilo que de bom temos ou nos acontece na vida!
Explicando: Parece que as pessoas se esquecem cada vez mais de olhar para as coisas boas da vida, de encarar um novo dia com optimismo: ora por causa da crise, ora por causa do trabalho, do stress, daquele colega embirrante, ou por milhares de outras razões. Ocupamos tanto a nossa cabeça com as coisas negativas que nos esquecemos de celebrar aquilo que de bom acontece. E pior ainda, tiramos importância a essas coisas boas. Quando por exemplo alguém nos responde: "ah, isso foi bom mas agora não interessa!", está a subverter aquilo que devia fazer para a sua vida. Devia dar mais importância a um acontecimento bom do que a um mau, e não devia apagar o acontecimento bom da cabeça só porque, no momento, até está a braços com uma qualquer chatice!
Todos os dias nos acontecem coisas boas. Grandes ou pequenas. Só temos que as saber abraçar e celebrar!
Sim, celebrar! Contar a alguém o que nos aconteceu imediatamente após, ainda em estado de euforia, mesmo que isso pareça o diálogo mais esquisito do mundo, é uma das melhores celebrações para o bom da vida...
Cuidado ao virar da esquina. As coisas boas espreitam mas, ou temos mesmo uma muito boa sorte, ou se não as virmos passam por nós e não voltam!
Da próxima vez que estiverem a braços com uma coisa má, celebrem uma ou várias boas! Os filhos, a casa, a árvore, a comida, o sol... aquele sorriso na rua... uma piada... tanta coisa... .
Hoje ajudei uma amiga, ajudei-me a mim mesmo, acordei ao lado da pessoa de quem gosto e, entre outras coisas, estes são motivos de sobra para me sentir feliz! E celebrar! As coisas más? Quem dá importância a isso?
Entre elas esteve a importância de celebrar aquilo que de bom temos ou nos acontece na vida!
Explicando: Parece que as pessoas se esquecem cada vez mais de olhar para as coisas boas da vida, de encarar um novo dia com optimismo: ora por causa da crise, ora por causa do trabalho, do stress, daquele colega embirrante, ou por milhares de outras razões. Ocupamos tanto a nossa cabeça com as coisas negativas que nos esquecemos de celebrar aquilo que de bom acontece. E pior ainda, tiramos importância a essas coisas boas. Quando por exemplo alguém nos responde: "ah, isso foi bom mas agora não interessa!", está a subverter aquilo que devia fazer para a sua vida. Devia dar mais importância a um acontecimento bom do que a um mau, e não devia apagar o acontecimento bom da cabeça só porque, no momento, até está a braços com uma qualquer chatice!
Todos os dias nos acontecem coisas boas. Grandes ou pequenas. Só temos que as saber abraçar e celebrar!
Sim, celebrar! Contar a alguém o que nos aconteceu imediatamente após, ainda em estado de euforia, mesmo que isso pareça o diálogo mais esquisito do mundo, é uma das melhores celebrações para o bom da vida...
Cuidado ao virar da esquina. As coisas boas espreitam mas, ou temos mesmo uma muito boa sorte, ou se não as virmos passam por nós e não voltam!
Da próxima vez que estiverem a braços com uma coisa má, celebrem uma ou várias boas! Os filhos, a casa, a árvore, a comida, o sol... aquele sorriso na rua... uma piada... tanta coisa... .
Hoje ajudei uma amiga, ajudei-me a mim mesmo, acordei ao lado da pessoa de quem gosto e, entre outras coisas, estes são motivos de sobra para me sentir feliz! E celebrar! As coisas más? Quem dá importância a isso?
domingo, 7 de dezembro de 2008
Saudades do Verão... Já!

Já é Verão outra vez?
É que pelo menos no Verão não há crises, nem dificuldades, nem bancos a falir, nem Assembleia da República, nem processos judiciais, nem neve, nem famílias a apertar o cinto, nem compras de Natal, nem LUZES de Natal (por favor, desliguem o interruptor!), nem chuva, nem política, nem TVI (ah, não!... esses não vão de férias...) nem Primeiro Ministro ("Esta medida é muito importante para os Portugueses, pois com os ouvidos limpos..." - era bom, era!), nem Presidente, nem petróleo, nem presidentes de bancos a meter o dedo na massa (o dedo é uma expressão, já se vê!), nem Carlos Cruz, nem Ministra de Educação, nem Professores ou escolas (fechadas!), nem Mário Nogueira (alguém lhe diga para cortar aquele bigode! Se algum estrangeiro vê isto ainda pensa que Portugal é um país de actores porno dos anos 80!), nem Jorge Pedreira (sr. secretário, sofre do mesmo problema do nosso Primeiro, conheço um bom otorrino!), nem... nem...
Estou cansado só de pensar no que vou escrever...
Agito
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Autismo, Governo e Sarcófagos
Tenho estado de férias. Não do trabalho mas de outras coisas. Férias!
Mas não me aguento. É mais forte que eu!
Lembram-se daquele filme com o Dustin Hofman e o Tom Cruise em que o primeiro fazia papel de autista? Uma representação maravilhosa. Quase, quase real. Pois bem, este governo parece-me o Dustin Hofman, abanando, abanando para a frente e para trás, sem ouvir, vivendo numa realidade sua e só sua.
Ou então estão todos com a cabeça enterrada na areia para não ver (nem cheirar) a merda que andam a fazer!
O que mais impressiona este vosso interlocutor, é o facto de, apesar de tanto assessor de comunicação existir por aí (podem até contratar-me a mim), estas cavalgaduras ainda não aprenderam nada! E também há tantos outros assessores para tanta outra coisa! Especialmente para fazer as coisas bem!
Será assim tão difícil ouvir o que o país tem para dizer? Será assim tão difícil admitir que, se calhar se está a fazer algo errado?
Eu sempre ouvir dizer que o pior cego é o que não quer ver e penso que o pior burro é o que quer continuar ignorante!
Nem me vou dar ao trabalho de dar exemplos das borradas que têm sido feitas pelos nossos queridos governantes, pois são tantas que seria mais fácil enumerar aquilo que têm feito sem causar celeuma!
E por vezes o problema é mesmo a comunicação! Parece que os membros deste governo nem sequer aprenderam a falar!
E o que mais me entristece é que depois vem de lá a líder do maior partido da oposição e.... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!
Acho que foi por isso que os egípcios inventaram as múmias e os sarcófagos...
Mas não me aguento. É mais forte que eu!
Lembram-se daquele filme com o Dustin Hofman e o Tom Cruise em que o primeiro fazia papel de autista? Uma representação maravilhosa. Quase, quase real. Pois bem, este governo parece-me o Dustin Hofman, abanando, abanando para a frente e para trás, sem ouvir, vivendo numa realidade sua e só sua.
Ou então estão todos com a cabeça enterrada na areia para não ver (nem cheirar) a merda que andam a fazer!
O que mais impressiona este vosso interlocutor, é o facto de, apesar de tanto assessor de comunicação existir por aí (podem até contratar-me a mim), estas cavalgaduras ainda não aprenderam nada! E também há tantos outros assessores para tanta outra coisa! Especialmente para fazer as coisas bem!
Será assim tão difícil ouvir o que o país tem para dizer? Será assim tão difícil admitir que, se calhar se está a fazer algo errado?
Eu sempre ouvir dizer que o pior cego é o que não quer ver e penso que o pior burro é o que quer continuar ignorante!
Nem me vou dar ao trabalho de dar exemplos das borradas que têm sido feitas pelos nossos queridos governantes, pois são tantas que seria mais fácil enumerar aquilo que têm feito sem causar celeuma!
E por vezes o problema é mesmo a comunicação! Parece que os membros deste governo nem sequer aprenderam a falar!
E o que mais me entristece é que depois vem de lá a líder do maior partido da oposição e.... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!
Acho que foi por isso que os egípcios inventaram as múmias e os sarcófagos...
domingo, 19 de outubro de 2008
Sonhos
O que são os sonhos afinal? Porque é que tanta gente tenta destrui-los?
Para mim os sonhos são a base da existência humana. São os sonhos que aguçam a nossa criatividade, que permitem a vida, que permitem que tenhamos um rumo.
Os sonhos fazem parte de todos nós e aqueles que lutam sem os ter, ou esquecendo-os, não conseguem aproveitar a vida. Atravessam-na apenas, deitando os seus sonhos para o fundo da gaveta das recordações.
São pessoas que vivem apenas com a cabeça, que se esquecem do coração, que se esquecem que a vida é feita de equilíbrios em perpétuo movimento. São pessoas que se esquecem do que amam, que fazem os outros esquecer o que amam. Que se esquecem da vida e que fazem os outros esquecer a vida.
A paz interior vem dos nossos sonhos. Os nossos sonhos são a nossa força de existir, o que nos aguenta nos momentos difíceis, nos faz sorrir durante uma tempestade e nos acaricia nas noites frias. São o toque da nossa alma em nós próprios.
Eu sonho. E faço questão disso. Faço questão de que os meus sonhos, aquilo que desejo, me acompanhem. Eles é que me dão a força de que necessito para dar passos em frente e olhar para trás e aprender com o que fiz de bom e de mau.
Não deixem de sonhar, de desejar, de procurar. Não ponham os vossos sonhos e desejos de lado, pois ao fazê-lo vão estar a anular-se enquanto seres. Todos devemos encontrar o nosso equilíbrio e não o esquecer. Não devemos mentir a nós próprios e dizer que é só por um momento que pomos a nossa vontade para trás das costas; esse momento vai prolongar-se e tornar-se enorme, infinito, até ao dia em que é tarde demais.
Sonhar é bom. Querer é bom. Conseguir é uma questão de atitude.
Devemos encontrar-nos no nosso interior. Não devemos fugir de nós, pois estaremos também a fugir dos outros e de tudo o que desejamos.
Agito
E para a boa disposição: http://www.youtube.com/watch?v=UkSPUDpe0U8
Para mim os sonhos são a base da existência humana. São os sonhos que aguçam a nossa criatividade, que permitem a vida, que permitem que tenhamos um rumo.
Os sonhos fazem parte de todos nós e aqueles que lutam sem os ter, ou esquecendo-os, não conseguem aproveitar a vida. Atravessam-na apenas, deitando os seus sonhos para o fundo da gaveta das recordações.
São pessoas que vivem apenas com a cabeça, que se esquecem do coração, que se esquecem que a vida é feita de equilíbrios em perpétuo movimento. São pessoas que se esquecem do que amam, que fazem os outros esquecer o que amam. Que se esquecem da vida e que fazem os outros esquecer a vida.
A paz interior vem dos nossos sonhos. Os nossos sonhos são a nossa força de existir, o que nos aguenta nos momentos difíceis, nos faz sorrir durante uma tempestade e nos acaricia nas noites frias. São o toque da nossa alma em nós próprios.
Eu sonho. E faço questão disso. Faço questão de que os meus sonhos, aquilo que desejo, me acompanhem. Eles é que me dão a força de que necessito para dar passos em frente e olhar para trás e aprender com o que fiz de bom e de mau.
Não deixem de sonhar, de desejar, de procurar. Não ponham os vossos sonhos e desejos de lado, pois ao fazê-lo vão estar a anular-se enquanto seres. Todos devemos encontrar o nosso equilíbrio e não o esquecer. Não devemos mentir a nós próprios e dizer que é só por um momento que pomos a nossa vontade para trás das costas; esse momento vai prolongar-se e tornar-se enorme, infinito, até ao dia em que é tarde demais.
Sonhar é bom. Querer é bom. Conseguir é uma questão de atitude.
Devemos encontrar-nos no nosso interior. Não devemos fugir de nós, pois estaremos também a fugir dos outros e de tudo o que desejamos.
Agito
E para a boa disposição: http://www.youtube.com/watch?v=UkSPUDpe0U8
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
Recordes da Inutilidade!
Por muito inútil que me sinta às vezes, há quem consiga bater todos os recordes...
Esta notícia está no Correio da Manhã Online (Sítio onde, confesso, vou amiúde para encontrar estas belas pérolas... Vale a pena!)
"07 Abril 2007 - 00h00
Agricultura: Nasceu torta mas desde então não parou de crescer
Couve gigante no Guinness
Teresa Marques chegou há dois anos da Alemanha, onde esteve emigrada mais de duas décadas. Assentou arraiais com a família – marido e dois filhos rapazes – numa simpática moradia com quintal na Margem Sul do Tejo.
“Quando ia às compras via que as hortaliças eram muito caras” e recusava dar três ou quatro euros por uma alface. Comecei a plantar. Não percebia nada de legumes mas decidi que ia fazer a minha horta.” E assim foi. Entre courgettes, couves, alfaces, feijão verde, semeava de tudo um pouco. “Cheguei a ter courgettes com um metro no meu quintal!”, conta divertida.
Há cerca de ano e meio a aprendiz de agricultora plantou uma couve galega. “Não sabia que as couves têm que se enterrar totalmente.” E colheu frutos: nasceu uma couve torta mas que hoje tem 5,05 metros, batendo o máximo oficial do Livro de Recordes do Guinness (que não chega a cinco metros).
“Toda a gente comentava a couve e dizia que devia escrever para o Guinness. Um dos meus filhos foi ver na internet qual era o recorde e é de quatro metros e tal. A nossa é maior e ainda vai crescer mais, por isso decidimos inscrevê-la.” Com a papelada da inscrição quase pronta, a ex-emigrante corre o sério risco de ver a sua couve no Guinness.
OUTROS CASOS
SETE METROS
Em 2005, Marcelino Neves enviou para o CM uma imagem de uma couve portuguesa plantada no seu quintal em Sydney, alegando que esta tinha três anos e media 7,2 metros.
SEIS METROS
Em Dezembro de 2004 o CM fotografou uma couve galega com seis metros plantada em Estribeiro, Alenquer.
TRÊS METROS
No passado dia 27 de Março o CM publicou a foto de uma couve galega que crescia no quintal de Alexandre Oliveira Pais, na Quinta Longa, arredores de Viseu. Tem apenas um ano e três metros."
Aquilo a que acho mais piada é mesmo a parte referente a "Outros Casos"! Melhor que isto só mesmo aquela frase sobre o senhor que tentou travar o ladrão atirando-lhe "uma caixa de feijão verde aos pés."
Por favor...
Esta notícia está no Correio da Manhã Online (Sítio onde, confesso, vou amiúde para encontrar estas belas pérolas... Vale a pena!)
"07 Abril 2007 - 00h00
Agricultura: Nasceu torta mas desde então não parou de crescer
Couve gigante no Guinness
Teresa Marques chegou há dois anos da Alemanha, onde esteve emigrada mais de duas décadas. Assentou arraiais com a família – marido e dois filhos rapazes – numa simpática moradia com quintal na Margem Sul do Tejo.
“Quando ia às compras via que as hortaliças eram muito caras” e recusava dar três ou quatro euros por uma alface. Comecei a plantar. Não percebia nada de legumes mas decidi que ia fazer a minha horta.” E assim foi. Entre courgettes, couves, alfaces, feijão verde, semeava de tudo um pouco. “Cheguei a ter courgettes com um metro no meu quintal!”, conta divertida.
Há cerca de ano e meio a aprendiz de agricultora plantou uma couve galega. “Não sabia que as couves têm que se enterrar totalmente.” E colheu frutos: nasceu uma couve torta mas que hoje tem 5,05 metros, batendo o máximo oficial do Livro de Recordes do Guinness (que não chega a cinco metros).
“Toda a gente comentava a couve e dizia que devia escrever para o Guinness. Um dos meus filhos foi ver na internet qual era o recorde e é de quatro metros e tal. A nossa é maior e ainda vai crescer mais, por isso decidimos inscrevê-la.” Com a papelada da inscrição quase pronta, a ex-emigrante corre o sério risco de ver a sua couve no Guinness.
OUTROS CASOS
SETE METROS
Em 2005, Marcelino Neves enviou para o CM uma imagem de uma couve portuguesa plantada no seu quintal em Sydney, alegando que esta tinha três anos e media 7,2 metros.
SEIS METROS
Em Dezembro de 2004 o CM fotografou uma couve galega com seis metros plantada em Estribeiro, Alenquer.
TRÊS METROS
No passado dia 27 de Março o CM publicou a foto de uma couve galega que crescia no quintal de Alexandre Oliveira Pais, na Quinta Longa, arredores de Viseu. Tem apenas um ano e três metros."
Aquilo a que acho mais piada é mesmo a parte referente a "Outros Casos"! Melhor que isto só mesmo aquela frase sobre o senhor que tentou travar o ladrão atirando-lhe "uma caixa de feijão verde aos pés."
Por favor...
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Pápa, Preservativos e Fiéis
Já chega. É demais!
Passo a explicar. Cortei o cabelo, troquei a vestimenta preta por uma branca, troquei o turbante por um daqueles chapéuzinhos que se botam no alto da cabeça. Continuo a vestir um manto e até tenho um crucifixo ao pescoço! Nem reconhecível nem confundível! Assim pensava eu.
Estava muito descansado em Fátima, a admirar a escadaria e aquelas estátuas todas, sentadinho na boa, numa cadeira que lá estava, quando, de repente um grito alucinado cortou o ar: "O Papa!", alguém berrou a plenos pulmões! Pus-me logo à procura, olhando para trás de mim, pois o grito foi acompanhado de um dedo apontado qual espada esgrimindo o ar na minha direcção. Mas não. Nada atrás de mim. Era eu mesmo...
Não é que me confundiram com o senhor que manda no Vaticano? Eu que até já lá estive e nunca o vi! Impressionante. Devem imaginar o que foi ser o Papa sem o "papamobil" no meio de uma pequena multidão de fieis crentes naquilo que os seus olhos vislumbravam!
Rapidamente se fizeram ouvir os comentários de apresso pelas minhas... perdão... pelas políticas inovadoras do senhor do Vaticano. "Que modernidade as missas em Latim!", "Que espanto receber a hóstia de joelhos!", "Que bom não usar preservativo!"(esta última cheira-me que foi de uma jovem de mini-saia que por ali andava).
Mas estão todos loucos? Para além de mais uma vez me confundirem com outro alguém, ainda vêm com esta conversa de modernidade a dizer que "Assim é que a igreja católica vai ganhar mais adeptos!" (não será mais fiéis?), "Assim é que a igreja vai conquistar a juventude perdida mostrar-lhes o caminho!". Será mesmo?
Esta até nem foi das piores vezes que me confundiram, pois até fiquei inteiro e com mais uns euros no bolso. Mas acho que preferia ser confundido com muitas outras coisas antes de o ser com um Papa que se diz tão moderno, e tão a olhar para a juventude de hoje em dia, e que continua teimosamente a manter os olhos fechados ao que se está a passar no mundo.
Acho que a igreja católica de hoje (fora o comentário) é a mesma que ficou parada no tempo há 100 anos atrás. É que basta sair à rua para um sítio de "diversão nocturna" para perceber que os jovens e as jovens cada vez mais querem o celibato! Mas que porra! Será que não percebem que no meio da coisa toda ainda vão tendo alguma responsabilidade social e que aquilo que condenam como pecado (o uso do preservativo, por exemplo) pode ser a salvação de muitas boas alminhas?
Tudo bem. Lá fiz o meu papel. Já começo a estar habituado a isto de ser confundido com alguém, por muito que tente passar despercebido!
Para a próxima vou tentar que me confundam com um herói da bola! Pode ser que assim renda mais. E nem é muito difícil: ar de parvo, roupa da moda, umas jóias caras, andar de perna aberta e arqueada e... pronto! Qual Cristiano!
Vou-me embora.
Gervásio Piteiras
P.S.: Ninguém tem mesmo ideia de quem é aquela senhora nas fotos?
Passo a explicar. Cortei o cabelo, troquei a vestimenta preta por uma branca, troquei o turbante por um daqueles chapéuzinhos que se botam no alto da cabeça. Continuo a vestir um manto e até tenho um crucifixo ao pescoço! Nem reconhecível nem confundível! Assim pensava eu.
Estava muito descansado em Fátima, a admirar a escadaria e aquelas estátuas todas, sentadinho na boa, numa cadeira que lá estava, quando, de repente um grito alucinado cortou o ar: "O Papa!", alguém berrou a plenos pulmões! Pus-me logo à procura, olhando para trás de mim, pois o grito foi acompanhado de um dedo apontado qual espada esgrimindo o ar na minha direcção. Mas não. Nada atrás de mim. Era eu mesmo...
Não é que me confundiram com o senhor que manda no Vaticano? Eu que até já lá estive e nunca o vi! Impressionante. Devem imaginar o que foi ser o Papa sem o "papamobil" no meio de uma pequena multidão de fieis crentes naquilo que os seus olhos vislumbravam!
Rapidamente se fizeram ouvir os comentários de apresso pelas minhas... perdão... pelas políticas inovadoras do senhor do Vaticano. "Que modernidade as missas em Latim!", "Que espanto receber a hóstia de joelhos!", "Que bom não usar preservativo!"(esta última cheira-me que foi de uma jovem de mini-saia que por ali andava).
Mas estão todos loucos? Para além de mais uma vez me confundirem com outro alguém, ainda vêm com esta conversa de modernidade a dizer que "Assim é que a igreja católica vai ganhar mais adeptos!" (não será mais fiéis?), "Assim é que a igreja vai conquistar a juventude perdida mostrar-lhes o caminho!". Será mesmo?
Esta até nem foi das piores vezes que me confundiram, pois até fiquei inteiro e com mais uns euros no bolso. Mas acho que preferia ser confundido com muitas outras coisas antes de o ser com um Papa que se diz tão moderno, e tão a olhar para a juventude de hoje em dia, e que continua teimosamente a manter os olhos fechados ao que se está a passar no mundo.
Acho que a igreja católica de hoje (fora o comentário) é a mesma que ficou parada no tempo há 100 anos atrás. É que basta sair à rua para um sítio de "diversão nocturna" para perceber que os jovens e as jovens cada vez mais querem o celibato! Mas que porra! Será que não percebem que no meio da coisa toda ainda vão tendo alguma responsabilidade social e que aquilo que condenam como pecado (o uso do preservativo, por exemplo) pode ser a salvação de muitas boas alminhas?
Tudo bem. Lá fiz o meu papel. Já começo a estar habituado a isto de ser confundido com alguém, por muito que tente passar despercebido!
Para a próxima vou tentar que me confundam com um herói da bola! Pode ser que assim renda mais. E nem é muito difícil: ar de parvo, roupa da moda, umas jóias caras, andar de perna aberta e arqueada e... pronto! Qual Cristiano!
Vou-me embora.
Gervásio Piteiras
P.S.: Ninguém tem mesmo ideia de quem é aquela senhora nas fotos?
domingo, 14 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Mar, Areia e Vento
sábado, 6 de setembro de 2008
Neve no Quénia...
Assim aparece esta notícia a 05 de Setembro na página da TSF:
"Brincadeiras na neve no Quénia
Os habitantes no vale Rift, no Quénia, festejaram o primeiro nevão de sempre na região, com batalhas de bolas de neve e um dia com as escolas e escritórios fechados.
A pequena vila de Busara, a 255 kms a noroeste da capital queniana, Nairobi, acordou com um estranho fenómeno na quarta-feira. Uma área de cerca de 1 km quadrado estava coberta de flocos de neve, cobrindo todo o monte com um tapete branco."
Como? Neve no Quénia? Não será isto um daqueles enredos de filme classe Z em que o mau da fita quer mudar o clima do planeta para conquistar o mundo?
Neve no Quénia? Mas onde é que isto vai parar?
Realmente este mundo anda muito agitado...
"Brincadeiras na neve no Quénia
Os habitantes no vale Rift, no Quénia, festejaram o primeiro nevão de sempre na região, com batalhas de bolas de neve e um dia com as escolas e escritórios fechados.
A pequena vila de Busara, a 255 kms a noroeste da capital queniana, Nairobi, acordou com um estranho fenómeno na quarta-feira. Uma área de cerca de 1 km quadrado estava coberta de flocos de neve, cobrindo todo o monte com um tapete branco."
Como? Neve no Quénia? Não será isto um daqueles enredos de filme classe Z em que o mau da fita quer mudar o clima do planeta para conquistar o mundo?
Neve no Quénia? Mas onde é que isto vai parar?
Realmente este mundo anda muito agitado...
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